Filmes de animação de Abi Feijó

Filmes do Abi Feijó

25 de abril, 00h, sala Zeca Afonso.
Fado Lusitano (1995) – 5’30”

26 de abril, a partir das 11h30, sala Zeca Afonso.
Clandestino (2000) – 7’32”
Os Salteadores (1993) – 14′
A noite saíu à rua (1987) – 4′
Cravo da Liberdade (1996) – 4’53”

Abi Feijó nasce em Braga em 1956. Licenciado em Arte Gráfica e Design pela Escola Superior de Belas Artes do Porto foi no primeiro Cinanima (1977) que descobriu as potencialidades artísticas do Cinema de Animação. Em 1984 frequenta um estágio no Office National du Film du Canada, sob a orientação de Pierre Hébert, onde realiza o seu primeiro filme Oh que Calma (1985). De regresso ao Porto funda, em 1987, a Filmógrafo – Estúdio de Cinema de Animação do Porto onde privilegia o filme de autor e uma abordagem artesanal do Cinema de Animação.

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Tarrafal – Memórias do Campo da Morte Lenta de Diana Andringa, 2011

Tarrafal – Memórias do Campo da Morte Lenta
26 de abril, 15h, sala Salgueiro Maia.
88 minutos
Diana Andringa

Diana Andringa entrevista vários dos presos que passaram por esta prisão em Cabo Verde. Entre 1936 e 1954, recebeu antifascistas portugueses; entre 1962 e 1974, sob o signo das lutas anti-coloniais, são ali presos os miliantes de movimentos de libertação africanos. Em torno das recordações dos presos, o documentário conta a história desta colónia penal criada para castigar e eliminar vários daqueles que se opuseram à ditadura e ao colonialismo.
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Mudar de Vida, José Mário Branco, Vida e Obra, de Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo, 2014

Mudar de Vida, José Mário Branco,Vida e Obra

26 de abril, 17h, sala Salgueiro Maia
115 Minutos
Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo
Realizadores estarão presentes. Estreia no Porto.

Desde o Estado Novo a sua voz e obra resistem. Amado por uns, temido por outros, as suas canções escritas há mais de 40 anos mantêm-se actuais. Ouça-se o protesto levado ao extremo no tema F.M.I., escrito em 79, canção maldita para os portugueses (proibida de ser emitida nas rádios por ordem expressa do autor). Seguindo os passos de Zeca Afonso, faz do movimento de protesto um dos marcos mais importantes na arte e cultura do século XX, quer pela sua acção quer pelo seu efeito.

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5 Câmaras Partidas, de Emad Burnat e Guy Davidi, 2011

5 Câmaras partidas

26 de abril, 17h30, sala Zeca Afonso
94 minutos
Emad Burnat e Guy Davidi

Em 2005, uma pequena cidade na Cisjordânia foi dividida por um muro, construído pelo governo israelita. Com o argumento oficial de proteger um povoado das redondezas, eles prepararam o terreno para a tomada de posse de 150 mil judeus israelitas. Mas o agricultor Emad, morador da região, decidiu armar-se de uma câmera e de formas pacíficas de protesto para tentar conservar as suas terras.

Podes consultar o programa de todas as sessões de cinema aqui.