Marco Moreira

Favaios, 1978. Vive em Lisboa, licenciado e mestrando em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Tem formação nas áreas de Multimédia, Ilustração, Animação, Desenho, Fotografia e Artes Plásticas, destacando o Curso de Animação em Desenho concluído em 2009 no Centro de Imagem, Estudos, Arte e Multimédia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Foi bolseiro pelo programa Erasmus na Facultad de Bellas Artes da Universidad Complutense de Madrid em 2009/10. Participa em várias exposições, residências e projectos editoriais, destacando as exposições, Girando em torno dos mesmos eixos vezes sem fim, exposição individual na galeria Módulo – Centro Difusor de Arte em Lisboa, 2015, Delineando…, exposição individual no Centro de Arte de São João da Madeira em 2015, Viagem ao Princípio do Mundo no Fórum da Maia, em 2015, exposição colectiva integrada no projecto Lugares de Viagem – Bienal da Maia, pôr a paisagem a vibrar em consonância_______, exposição colectiva no Espaço Mira no Porto em 2014, Primeira Página, exposição colectiva na galeria Módulo – Centro Difusor de Arte em Lisboa em 2014. Foi também artista residente em 2012 nos ateliers da fábrica de Lápis Viarco em S. João da Madeira, sendo co-autor do produto ArtGraf nº1 comercializado por esta empresa desde 2015. Recentemente ganhou uma bolsa de Residência artística no Museo de Arte Contemporáneo Gas Natural Fenosa (MAC), na Corunha. É representado pela galeria Módulo – Centro Difusor de Arte, em Lisboa desde 2014. Desenvolve maioritariamente desenho, escultura, fotografia e instalação.
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Manuel Santos Maia

Nasceu em Nampula, Moçambique, em 1970. Vive e trabalha no Porto.
Licenciado em Artes Plásticas – Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Expõe regularmente desde 1999.
Em 1999 concebe projeto alheava que tem vindo a apresentar até ao presente ano.
Contemplando diversas práticas artísticas, como a instalação, a fotografia, a pintura, o vídeo, a performance, o teatro e o som, as várias mostras têm sido apresentadas em diferentes países como Inglaterra, França, Estados Unidos da América, Bélgica, Espanha, Noruega, Macau e Argélia e em diversas cidades nacionais como Porto, Lisboa, Coimbra, Lagos, Oeiras, Guimarães, Braga, Tomar, Cascais, entre outras.
No mais recente projeto non, idealizado em 2003 e apresentado desde 2006, como no projeto alheava MSM cruza a noção de documento com a experiência individual e familiar, para alcançar uma espécie de “memorabilia” coletiva, enquanto espelho antropológico que nos liga a todos pelo filtro de uma “intimidade documentada”.

Isabel Ribeiro

Nasceu em 1976, na Covilhã, Portugal. Vive e trabalha entre Porto e Lisboa.
A artista tem desenvolvido trabalhos em pintura, desenho, escultura e vídeo que representam situações e espaços. Na construção de imagens, apropria-se de referências do imaginário literário ocidental ou de sinaléticas do quotidiano. Os seus trabalhos são percorridos por diversas inquietações geradas na modernidade e que têm a ver com um fracasso do indivíduo com o que o rodeia: a crise individual, a crise colectiva, o conflito entre o individual e o social, as transformações do espaço, as forças de mudança, a solidão da luta, o contínuo falhanço dos movimentos de mudança, os dilemas e a longevidade da comunidade, a depressão, o desemprego, a solidão, o tédio. Um procedimento comum em muitas dos seus trabalhos é a produção de ligeiras alterações, deslocamentos, reenquadramentos, substituição ou anulação de elementos da imagem de referência. São imagens nas quais a artista representa lugares de fuga que falam desse fracasso.
O nome da artista está também ligado à criação do Salão Olímpico e do Projecto Apêndice, dois dos espaços geridos pelos próprios artistas que surgiram no Porto, nos últimos anos. Para além desta actividade, ainda comissariou diversas exposições, dentro e fora do país.
Entre as exposições mais recentes destacam-se em 2015 a participação em Viagem ao Princípio do Mundo na Bienal da Maia e Marco Zero na Oliva Criative factory em São João da Madeira, em 2014: a exposição individual Fracciente na Galeria Quadrado Azul, Porto; Castigo no Laboratório das Artes, Guimarães e a participação nas exposições colectivas: Atlas Secreto, uma série de exposições que passaram, entre outros espaços pela Igreja de S. Vicente em Évora ou o Espaço Mira no Porto, e Sub-40 na Biblioteca Almeida Garrett no Porto; em 2013: a intervenção no projecto Casa Ocupada, na Casa da Cerca, Almada, a participação nas exposições colectivas: Proyector, Espaço Malmo, Madrid, Espanha e War(m) Up, Casa Bernardo, Caldas da Rainha. Em 2012: Au delà des mots, Résidence André de Gouveia, Paris, França; Formas e forças, Galeria Quadrado Azul, Porto; Aproximações à profundidade, Sala do Veado, Lisboa; Cinco Séculos de Desenho na Colecção da FBAUP, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto e o projecto resultante da residência artística Memórias Colectivas Singulares, integrado na programação oficial da Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura.

Filipe Marques

Vive e trabalha em Vila do Conde.
Licenciado em Artes-Plásticas > Pintura pela FBAUP, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Bolseiro Erasmus na Kunstakademie Düsseldorf, Alemanha.
Tem participado em diversas exposições das quais destacam-se: Fundação Oriente, Macau, China (2001); ‘Remarks on Colors, Wittgenstein’, Galeria Cubic, Lisboa (2002); Art Cologne, Colónia, Alemanha (2004), ‘Das Motiv’, Museu Chiado, Coimbra (2005); ’Artur-o Shop-Museum’, Florença, Itália (2007); Museo Archeologico Nazionale, Florença, Itália (2007); Embaixada Portuguesa, Pequim, China (2007); ‘Beijin Art Show’, Pequim, China (2007); ‘A [the] Friend of Volker Nolde’, Galeria Graça Brandão, Porto (2008); ‘ForoSur’, Cáceres, Espanha (2008); ‘The Straightfoward Tale and The Witness’s View’, Paço dos Duques, Guimarães (2010); ‘Requiem by a Young Painter’, Paço dos Duques, Guimarães (2010); ‘God Factor’, Mosteiro de Tibães, Braga (2012); ‘Art Now, Apocalypse Later’, Museu Centro de Memória, Vila do Conde (2012), ‘Art Stabs Power, Qué se Vayan Todos’, Plataforma Revolver, Lisboa (2014); ‘From Hermeneutics to The Cause’, CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Coimbra (2014); ‘Art Stabs Power, Qué se Vayan Todos’, Bermondsey Art Project, Londres, Inglaterra (2014); ‘A Carne que os Guindastes Suspendem’, Espaço Mira A4, Porto (2015); ‘Pray for Peace’, Nagasaki, Japão (2015)

ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS PORTUGAL 1969-1979

Album Desobedoc

Para assinalar os 40 anos do 25 de abril, a galeria MIRA FORUM fez um apelo no facebook pedindo fotografias captadas entre 1969 e 1979. A partir do olhar das pessoas comuns sobre o seu próprio mundo, obtém-se uma imagem da década mais decisiva da história recente de Portugal. Coube a Eglantina Monteiro a curadoria da exposição que manifesta o quotidiano de uma sociedade que reflete sobre si própria, questionando os valores das instituições em geral. Toda a sociedade projectava mudanças, implicava-se.

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EM TUDO QUANTO É MUNDO DITO OU NÃO DITO

Pintura,  escultura,  fotografia, vídeo, instalação e performance.
Galerias Mira – Curadoria José Maia 

Esta exposição apresenta dez criadores de diferentes áreas com percurso nacional e internacional iniciado na primeira e segunda décadas deste século. A exposição inclui obras realizadas em diferentes práticas artísticas como pintura, escultura, fotografia, vídeo, instalação e performance. Os artistas convocados são um fragmento de uma comunidade maior de jovens artistas que, desde a década anterior até ao presente, têm uma postura atuante face à conjuntura cultural do país.

Com:
Filipe Marques _ escultura e instalação

Isabel Ribeiro _ pintura

João Brojo e Felicia Teixeira _ instalação 

José Oliveira _ intervenção mural

Manuel Santos Maia _ instalação
Marco Moreira – Instalação-escultura
Nuno Cassola _ vídeo
Tales Frey – performance e vídeo-performance
Paulo Aureliano da Mata – fotografia
Priscilla Davanzo – Performance

Filipe Marques

Isabel ribeiro

jose maia 1

isabel ribeiro 2

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