Carmen Castillo

Carmen Castillo

Nascida em Santiago do Chile.
Militante do Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR), professora de história e investigadora no Centro de Investigação de História da América Latina da Universidade Católica do Chile.
Trabalha em La Moneda en 1970/71 junto com Beatriz Allende, assessora do presidente Salvador Allende.
Desde 11 de setembro de 1973, dia do Golpe Militar, vive na clandestinidade com o seu companheiro Miguel Enríquez, lider da resistência e do MIR, e as suas filhas de 4 anos, Camila filha de Carmen e de Andrés Pascal e Javiera, filha de Miguel e Alejandra Pizarro.
Em 5 de outubro de 1974, a casa da Rua Santa Fe (Calle Santa Fe) em San Miguel, onde viviam desde dezembro de 1973, é detetada pela Dina. Durante o combate morre Miguel Enriquez. Carmen Castillo, grávida de 6 meses, é ferida, feita prisioneira e expulsa do país.
Refugiada política em França, trabalha com Agnés B., escreve relatos em francês e realiza documentários para a televisão pública.
Em 1990, no fim da ditadura, Carmen Castillo permanece em Paris.
Em 2002 ao começar o documentário « El país de mi padre » volta à Calle Santa Fe. Desde então começa a escrever o guião e a gravar o que se tornaria a longa metragem « Calle Santa Fe ». A sua vida hoje passa-se entre Santiago e Paris.

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Um pensamento sobre “Carmen Castillo

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